| Cliente de pequena empresa é mais rigoroso com segurança, diz estudo |
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| Por Fausto Fernandes | |
| 08 de outubro de 2009 | |
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A pesquisa “Recuperação de desastres em pequenas e médias empresas (PMEs)”, realizada pela Applied Research e encomendada pela Symantec, avaliou que cerca de 78% dos clientes de pequenas e médias empresas (PMEs) latino-americanas são bastantes exigentes em segurança. O estudo mostra que a preocupação dos entrevistados por desastres está na média entre sete e nove pontes, cuja escala é de zero a dez e o último é considerado como valor máximo de 'estrago'. Segundo Marcos Tabajara, diretor de canais e PMEs da Symantec Brasil, esse resultado revela o grau de exigência dos clientes da região. O estudo foi aplicado nos meses de agosto e setembro de 2009, com 1.653 respostas ao redor do mundo, sendo que 101 somente na América Latina (Brasil, México, Argentina e Colômbia). Outro índice que aponta a maturidade dos consumidores da AL em relação à segurança de dados, é que aproximadamente 38% já trocaram de fornecedores por desconfiar de seus sistemas. Diante da situação que houve a interrupção dos serviços, 50% responderam que decidiram buscar outras opções. Na percepção das companhias, 79% estão satisfeitas com seus planos de recuperação de desastres e 82% acreditam estar muito protegidas. Mesmo com essa confiança, Tabajara alega uma discrepância no resultado, porque 25% das corporações de pequeno e médio porte armazenam menos da metade das informações de suas empresas/clientes e 14% não possuem uma estratégia ou não consideram a existência de uma para os próximos seis meses, “o que aumenta as chances de perda dos clientes”, ressalta. Para o executivo da Symantec, outro resultado significativo é que por volta de 50% das PMEs na América Latina realizam backup de seus sistemas uma vez ao mês ou em períodos mais distantes. “Isso pode aumentar a janela para a ocorrência de problemas dentro da corporação”. Além disso, de acordo com a pesquisa, 60% das companhias esperariam perder no mínimo 40% de seus dados no caso de um desastre. Com o relatório, algumas recomendações foram sugeridas para que as pequenas e médias corporações estejam aptas a melhorar seus planos de recuperação de desastres: determinar claramente suas necessidades; contar com aconselhamento estratégico de fora da empresa; automatizar tudo o que puder; e realizar testes anuais. “Isso fará com que as PMEs se adequem melhor em caso de problemas e não percam clientes”, conclui Tabajara. Reportagens e Notícias Recentes:
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