| LTE x WiMax: como será a evolução para a 4G? |
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| Por Daniela Malara | |
| 15 de maio de 2009 | |
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O maior desafio para a introdução da internet 4G no Brasil é a pouca quantidade de frequência disponível para suportar a evolução. Apesar do investimento das operadoras na tecnologia 3G, é de interesse comum o aumento do espectro, pois o crescimento das conexões poderá gerar um caos na transmissão dentro de pouco tempo. “Se não houver liberação de frequência por parte do governo até 2011, enfrentaremos sérios problemas de congestionamento nas telecomunicações do País”, disse Wilson Cardoso, diretor da Nokia na América Latina. Segundo Cardoso, a comunicação móvel é uma tendência nítida de avanço para a banda larga brasileira. “A rede móvel tem um custo de operação cerca de cinco vezes menor do que a tradicional, mas a questão da homologação da frequência e a situação social do Brasil estão impedindo a evolução”. A capacidade ideal de freqüência, na sua opinião, é de 2,5 GHz para suportar a demanda futura por banda larga. O problema é que a Anatel ainda não definiu o padrão oficial para os serviços e nem a data para homologação da frequência. Para Cardoso, o ideal é dividir igualmente, liberando 50% da frequência para as operadoras que manusearem o modelo LTE e a outra metade para utilização do WiMax. Reportagens e Notícias Recentes:
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