| Plano de Banda Larga dos EUA causa polêmica |
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| Por Redação | |
| 04 de março de 2010 | |
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Projeto que deve ser aprovado em 17 de março pelo Congresso dos Estados Unidos prevê investimento de 25 bilhões de dólares. Porém, pelo tamanho, a proposta não poderá ser aceita no congresso, devido ao tempo que ela será implementada. O plano norte-americano de banda larga, proposto pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), deve ser aprovado pelo Congresso do país em 17 de março, o qual prevê um investimento de 25 bilhões de dólares para expandir e modernizar a infraestrutura de banda larga nos Estados Unidos. Contudo, segundo Andrew Seybold, “o congresso não irá gastar tempo nenhum com este projeto, porque não garantirá a re-eleição de nenhum oficial”, disse o analista, que também escreve uma proposta para expandir os serviços de banda larga para áreas rurais e urbanas.
Já para outro analista, Jack Gold, “o projeto precisa ser quebrado em partes menores, já que o congresso não conseguiria analisá-lo como um todo e não passaria”.
De acordo com o comunicado, a FCC está em uma situação sem saída. Se não fizer nada, os usuários finais e pequenas companhias reclamarão que a instituição precisa ter uma visão mais assertiva sobre o assunto. Porém, se a Comissão exercer sua autoridade e continuar com o projeto, a indústria irá contra os usuários, alegando intervenção.
Nem todos os detalhes do projeto foram revelados ainda, mas o presidente da Comissão e autor do plano de banda larga, Julius Genachowski, citou que o plano tem várias iniciativas e discursou sobre a maior parte delas há uma semana, na Fundação Nova América. Conforme foi divulgado, a FCC tem discutido sobre várias facetas da proposta, incluindo reformas naturais da rede e esforços para apagar a divisão digital, além de tentativas para melhorar a eficiência do fornecimento de energia local.
Em sua visão de banda larga ideal, Genachowski pediu a liberação de 500MHz de espectro wireless para a próxima década. A ideia é utilizar um espectro de transmissão de TV, que não está em uso. As emissoras o trocariam voluntariamente por uma porcentagem dos lucros, quando esse espectro fosse vendido.
A Associação Nacional de Transmissões aprovou a ideia de Genachowski. “Olhamos para frente ao trabalhar com quem cria as regulamentações para ajudar a expandir a banda larga sem ameaçar o futuro de liberdade da transmissão televisiva, lembrando do fato que as estações de TV locais acabaram de retornar mais de um quarto do espectro, seguindo o rumo do digital” disse a Associação, em comunicado oficial. Reportagens e Notícias Recentes:
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