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Recém-empossado na presidência da operação local, Oscar Clarke reconhece a fragilidade da empresa na área de PCs.
Mas avisa que vai usar todos os recursos disponíveis para sair da segunda colocação.
O executivo diz, no entanto, que esta possibilidade depende da avaliação de demanda e do volume de produção. Em coletiva de imprensa nesta manhã de quarta-feira, ele lembrou que a companhia possui quatro unidades fabris no País e ressaltou: “o Brasil é a bola da vez”.
Clarke também afirmou que a HP irá participar da concorrência para a segunda fase do programa de inclusão digital nas escolas, cujo edital deve ser lançado até o final do governo Lula, com um dispositivo móvel, o classmate PC, como forma de também avançar na área de consumo.
Outra estratégia da corporação, com grande expectativa de resultados positivos no Brasil, é a incorporação da Palm. Clarke frisou que a efetivação do negócio, com aprovação das autoridades internacionais, é aguardada para 31 de julho.
Segundo ele, a fabricante de dispositivos móveis reúne vários pontos favoráveis, entre os quais o fato de possuir uma base de propriedade intelectual qualificada, um sistema operacional aberto e contar com uma vasta comunidade de desenvolvedores de aplicativos. “Alguém tem dúvida de que o futuro do mercado é móbile”, questionou.
Para finalizar, o novo presidente da HP Brasil, pontuou que a sua gestão terá quatro prioridades, todas estendidas ao público interno, parceiros de negócios, distribuidores e revendas e a imprensa: inovação (inclui a compra de empresas); 2) liderança em todos os segmentos de mercado, sempre olhando custo e escala; 3) sustentabilidade; e 4) comunicação.
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