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Prodest é o primeiro órgão público do ES a iniciar migração para IPv6 PDF Imprimir E-mail
Qui, 11 de Novembro de 2010 10:09

Segundo a diretora técnica do instituto, Sylvia Abaurre, todo equipamento com novo protocolo já foi comprado e mudança de ambiente será iniciada no primeiro semestre de 2011.

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Como tendência prevista, os órgãos públicos brasileiros já iniciaram ou estão a ponto de começar a migração para ambiente e compra de equipamentos de IPv6. Em entrevista exclusiva ao Portal IPNews, a diretora técnica do Prodest (Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo), Sylvia Abaurre, falou como o governo vê o novo protocolo de internet e quais medidas já foram tomadas.
 
Segundo ela, o Instituto segue a recomendação de manter os equipamentos em fila dupla (IPv4 e IPv6 simultaneamente), para que todas as máquinas novas adquiridas sejam compatíveis e funcionem normalmente. Toda o data center do Prodest já é compatível, em equipamentos, com o novo protocolo. A migração para o ambiente IPv6, no entanto, será iniciada no primeiro semestre de 2011.
 
O Prodest vai ser o primeiro órgão do Governo Estadual do Espírito Santo a migrar seu ambiente para o IPv6.
 
Para a executiva, a migração para o novo protocolo é imprescindível e praticamente inevitável. Abaurre afirma que o governo age como um fomentador desta tecnologia, para que todos os órgãos interajam normalmente com o novo protocolo.
 
“É importante pensarmos na migração imediata, até por aquela história de que cada aparelho, celular, os eletrônicos em geral terão conexão, ou seja, também terão seu número IP”, comenta ela, a respeito da internet das coisas.
 
A executiva acredita que não haverá nenhum tipo de risco na migração, pois o Instituto manterá os dois protocolos – o antigo e o novo – em fila dupla durante um tempo, em fase de teste. Além disso, o usuário em si, segundo ela, não será afetado de nenhuma forma com a mudança.
 
De acordo com Sylvia, ainda não há data para finalização da migração, mas os próximos passos do Instituto abrangem criar rede de fibra óptica na região metropolitana e mudar os equipamentos do ativo de rede “mas aí, tenho que negociar com as operadoras, também”, explica.
 
O valor investido na compra dos equipamentos IPv6 e no início da migração não foram revelados. No entanto, a executiva afirma que, para a construção do data center da Prodest foram investidos R$6 milhões.
 
Segurança
 
Há algum tempo, entende-se que a segurança não é mais suportada somente por firewalls, até pela liberdade do usuário com o uso dos modems 3G. Neste caso, a Prodest resolveu investir em end point (ponto final), para melhorar aumentar a proteção dos internautas que utilizam a rede do instituto. “Realmente, o elo mais fraco no quesito de amparo da rede é o usuário”, diz a executiva.
Escrito por Andressa Nascimento   
 

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