| Executivos internacionais avaliam potencial do mercado de software no Brasil |
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| Sex, 11 de Junho de 2010 06:18 |
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Cerca de 50 CEOs de companhias estrangeiras participaram nessa quinta-feira (10), no Rio, de uma reunião que visava avaliar o potencial brasileiro como provedor de softwares e serviços na área de TI. As delegações eram compostas por executivos dos Estados Unidos, do Japão, da China e de países europeus, principalmente da Inglaterra. Para o presidente da Brasscom, Antonio Gil, a possibilidabe de realização de negócios pelo Brasil na área de TI é muito grande. Ele ainda afirmou que o país saiu da estaca zero há cerca de cinco anos em matéria de exportação de softwares e serviços. No ano passado, o Brasil exportou US$ 3 bilhões e neste ano a meta é exportar cerca de US$ 3,5 bilhões, atingindo US$ 5 bilhões em 2011. Segundo o presidente da Brasscom, o Brasil apresenta vantagens para atingir esse objetivo. Entre elas, está o mercado interno de TI que envolve US$ 60 bilhões anuais. “É o oitavo maior do mundo e um dos mais sofisticados”, ressaltou Gil. O Brasil se destaca na área de TI em serviços e programas relativos a governo eletrônico, votação eletrônica e serviços financeiros, entre outros. Além disso, tem profissionais capacitados, conhecimento de indústria. “Falta agora sermos mais agressivos nas exportações”, acrescentou. O cenário, contudo, não é feito só de vantagens. Existem problemas a serem superados com urgência, disse o presidente da Brasscom. Ele explicou que os custos trabalhistas e os impostos diminuem de forma considerável a competitividade brasileira diante dos países concorrentes. Sugeriu que na reforma tributária seja tributado o faturamento e não a folha de pagamento. Para Gil, outra dificuldade é a língua inglesa. “Porque tudo é feito em inglês. Então, o país precisa se preparar mais para se comunicar melhor”. Além disso, é preciso que haja maior divulgação da sofisticação e do tamanho do mercado do Brasil no exterior. A perspectiva é de que o evento resulte em negócios para as empresas nacionais, a curto prazo, da ordem de U$$ 100 milhões. Os setores financeiro e de seguros, além de empresas manufatureiras, de distribuição e automotivas estão entre os principais futuros clientes do produto de TI brasileiro, informou. “Nós não estamos iguais à Índia, mas estamos no segundo pelotão, que tem a China, Rússia, o Brasil, as Filipinas, que estão brigando pelo segundo lugar”, disse o presidente da Brasscom. O fórum foi organizado pela Brasscom, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). * com informações da Agência Brasil |
| Escrito por Redação |
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Para Antonio Gil, presidente da Brasscom, o País tem grande potencial de alcançar o segundo lugar, ficando atrás apenas da Índia.
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