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E-commerce deve crescer 12% por ano no Brasil
Qui, 26 de Julho de 2012 12:39

País está entre emergentes com melhor potencial de compras.

De acordo com últimos dados divulgados pelo IBOPE, o número de internautas no Brasil cresceu 16% em relação ao ano anterior, somando um total de 68 milhões de usuários ativos que acessam a rede de casa ou do trabalho. De carona nesse crescimento, as chances de comércio on-line aumentam não apenas para usuários, mas para empresas.

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Em primeiro lugar, a publicidade on-line tem registrado índices de crescimento anual elevado, e apenas em 2012, de acordo com dados da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil), o setor deve faturar 40% a mais do que o anterior; em segundo o e-commerce que de acordo com a AT Kearney deve crescer 12% ao ano. Esse mercado já tem o Brasil como segundo colocado na lista de emergentes com maior potencial econômico para aquisição de produtos on-line.

De acordo com dados recentes da Rakuten, as compras on-line são uma terapia para o stress do dia-a-dia em alguns países e o levantamento mostrou que nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, às segundas-feiras são os dias de maiores índices de compras, enquanto na França, em que jovens vão às aulas apenas quatro dias por semana, esse horário muda para às quartas; No Brasil, onde a presença da banda larga doméstica ainda é baixa, os compradores gastam mais quando estão no ambiente de trabalho e os horários de pico variam das 12h às 14h, quando boa parte aproveita o horário de almoço para procurar produtos em lojas virtuais.

“O e-commerce é um fenômeno global e os dados registrados destacam a importância de compreender as diferenças locais e como elas devem moldar a abordagem de varejistas online”, afirma Alessandro Gil, CMO da Rakuten Brasil.

Tempo de decisão

Nos Estados Unidos, compradores costumam ser mais cautelosos quando o assunto é aquisição de eletrônicos e vestuários, e o estudo mostra que os usuários gastam em média de 4.4 a 4.7 minutos na avaliação, antes da aquisição.

Na Inglaterra, o tempo gasto em produtos como livros e roupas é menor que um minuto e para eletrônicos o tempo de decisão, muitas vezes, chega a 2 minutos.

Já no Brasil, o destaque é para aparelhos de celulares, pois usuários passam menos tempo para escolher os mais caros e de acordo com o instituto, isso acontece, muitas vezes, porque já houve uma pesquisa antes da compra on-line.

Escrito por Mayra Feitosa   
 

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